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As
referências
aos
Anjos,
na
Bíblia,
surgem
cento e
oito
vezes no
Velho
Testamento
e cento
e
setenta
e cinco,
no Novo,
sendo
que
dessas,
um total
de
setenta
e duas
aparecem
no
Apocalipse.
O fato
mais
importante
a
ressaltar,
no
entanto,
é que no
Novo
Testamento,
além de
citações
pelo
próprio
Jesus
Cristo,
os anjos
aparecem
servindo-o,
como
após sua
tentação
pelo
diabo,
na
passagem
do
deserto,
conforme
Mateus
4:11.
Além
dessa
passagem,
outra
intervenção
direta é
na
ressurreição
de
Jesus,
com a da
pedra
que
fechava
o
sepulcro,
quando
um anjo
desceu
do céu,
removendo-a,
conforme
revelado
em
Mateus
28:2.
Os
outros
evangelistas
citam
igualmente
a
participação
dos
Anjos,
durante
o
ministério
de
Cristo,
como
Lucas
1:11,
Marcos
1:13 e
João
1:51,
além de
surgirem
também
nas
Cartas
dos
Apóstolos
e nas
revelações
do
Apocalipse,
onde são
mencionados
já no
início
do
texto.
Durante
os
séculos,
estudiosos
se
debruçaram
sobre as
Sagradas
Escrituras,
buscando
estabelecer
a
correta
relação
dos
Anjos
com Deus
e seu
papel em
relação
à
Humanidade,
como
Eusébio
de
Cesaréia,
Atanásio,
Basílio
Magno,
Ambrósio
de
Milão,
Jerônimo,
João
Crisóstomo,
Cirilo
de
Jerusalém,
Cirilo
de
Alexandria,
Agostinho
e
Dionísio.
Este,
inclusive,
que
realizou
seus
estudos
por
volta do
início
do
século
VI,
foi quem
estabeleceu
a
divisão
dos
Anjos em
três
classes,
ou
ordens,
subdivididas,
por sua
vez,
em
outros
três
níveis.
Essa
divisão
é aceita
até hoje
e se
caracteriza
por
determinar
a
posição
de cada
Anjo em
relação
a Deus e
aos
homens.
A
primeira
Ordem,
por
exemplo,
estaria
mais
próxima
de Deus
e mais
distante
dos
homens.
A
segunda,
seria
uma
intermediária
dessa
três
ordens,
já que a
terceira
estaria
mais
próxima
dos
homens
e mais
afastada
de Deus,
mas não
menos
qualificados
para
intermediar
as
relações
entre
esses
dois
planos,
o de
Deus e o
do
homem.
Segundo
Dionísio,
esta é a
Hierarquia
dos
Anjos
até hoje
aceita:
Serafins
Querubins
Tronos
Dominações
Virtudes
Potências
Principados
Arcanjos
Anjos |